O que é sustentabilidade?

O homem no decorrer de sua evolução foi usufruindo o que a natureza lhe oferecia sem pensar em repor tudo o que consumiu, porque a natureza era farta e o homem achava que tudo o que existe é para o bem dele e para ele aproveitar sem que isso um dia fosse acabar. Esse pensamento ainda esta muito presente no cotidiano das pessoas, com o consumismo. As pessoas além de tirar elementos da natureza para o seu conforto ainda deixam uma grande quantidade de resíduos que o meio ambiente tem que dar conta de diluir.

Atualmente, várias catástrofes naturais estão ocorrendo devido a essa forma de vida das pessoas e inúmeras discussões estão sendo levantadas no mundo inteiro para amenizar essas situações. A população começou a ter consciência de que, todos nós, fazemos parte do meio ambiente e destruindo ele, estaremos nos destruindo também.

Vem a tona uma palavra até então desconhecida: sustentabilidade. Essa palavra para a nossa sociedade moderna, capitalista seria como diz a autora Helena Roseta, aprender a “pensar verde” com tudo que isso implica de renovação dos nossos modos de ver, interpretar, conceber e até usar a cidade.

Segundo estudos existem quatro exigências básicas para que haja sustentabilidade:

• A qualidade de vida das pessoas: bem estar físico, familiar, pessoal, psicológico e social;
• Qualidade Ambiental: preservação e conservação dos recursos naturais;
• Eficiência Econômica: funcionamento das relações econômicas;
• Eficiência Institucional: a democracia, fazendo com que o povo possa expor suas idéias juntos aos governantes.

Portanto, o conceito de sustentabilidade está relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana, ou seja, um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Os Três pilares da Sustentabilidade Empresarial

As empresas de hoje são agentes transformadores que exercem uma influência muito grande sobre os recursos humanos, a sociedade e o meio ambiente, possuindo também recursos financeiros, tecnológicos e econômicos. Diante disto, procuram colaborar de alguma forma para o fortalecimento destas áreas, com posturas éticas, transparência, justiça social. Os empresários, neste novo papel, tornam-se cada vez mais aptos a compreender e participar das mudanças estruturais na relação de forças nas áreas ambiental, econômica e social.

O novo contexto econômico caracteriza-se por uma rígida postura dos clientes, que passa a privilegiar não apenas preço e qualidade dos produtos, mas principalmente o comportamento social das empresas fabricantes desses produtos, nisso ele continuará penetrando cada vez mais nas empresas, numa escalada progressiva, na qual a sua solicitação sinalizará as decisões do executivo nas empresas, que buscará meios de passar uma boa imagem institucional no mercado e atuar de forma ecologicamente responsável. As organizações que tomarem decisões estratégicas integradas à questão ambiental e ecológica conseguirão significativas vantagens competitivas, quando não, redução de custos e incremento nos lucros a médio e longos prazos. Nisso, muitas empresas tem buscado na gestão ambiental e na responsabilidade social, importantes instrumentos gerenciais para capacitação e criação de competitividade para as organizações, qualquer que seja seu segmento econômico.

Os consumidores cada vez exigentes pressionam as empresas que se desejarem serem lucrativas e rentáveis terão que padronizar-se ao conceito da responsabilidade social e reduzir de sua produção efeitos que venham prejudicar o meio ambiente. Então, segundo, “uma pesquisa realizada pela CNI, SEBRAE e BNDES revela que metade das empresas pesquisadas realizou investimentos ambientais nos últimos anos, variando cerca de 90% nas grandes a 35% nas microempresas. Essa mesma pesquisa revelou que as razões para a adoção de práticas de gestão ambiental (quase 85% das empresas pesquisadas adotam algum tipo de procedimento associado à gestão ambiental) não foram apenas em função de legislação, mas principalmente, por questões que poderiam ser associadas à gestão ambiental: aumentar a qualidade dos produtos, aumentar a competitividade das exportações, atender a reivindicação da comunidade, atender à pressão de organização não governamental ambientalista, estar em conformidade com a política social da empresa e melhorar a imagem perante a sociedade.” (Takeshy achizawa, 2006).

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